Um centro de monitoramento com 450 alarmes críticos abertos ao mesmo tempo. Foi esse o cenário que a equipe de gestão de ativos das Usinas de Salobo, da Vale, precisou resolver para estruturar a gestão de alarmes na manutenção industrial da unidade e escalar seu programa de manutenção preditiva.
No episódio 3×04 do DynaTalks, conversamos com João Alves, coordenador de gestão de ativos da unidade, sobre como a equipe resolveu esse gargalo e estruturou a operação preditiva da Vale.
Uma operação em escala, com um problema humano
A Vale faz monitoramento preditivo de mais de 500 ativos com cerca de 4.400 sensores Dynamox, entre transportadores de correia, moinhos, HPGRs e sopradores.
Mas o volume de dados trouxe um efeito colateral: sem um processo claro de gestão de alarmes, a operação de manutenção industrial gerava fadiga na equipe dos Centros de Monitoramento de Ativos (CMA).
A solução veio de um lugar inesperado: um fluxo de triagem inspirado em hospitais, com telas separadas para alarmes novos, ativos em observação e monitoramento pós-intervenção.
O resultado foi menos ruído e mais foco no que realmente importa, com ganhos também na confiabilidade da operação.
Tecnologia, segurança e uma parceria de verdade
João também falou sobre o uso do A7 Pro no monitoramento de 14 peneiras vibratórias, que tira o técnico de campo de situações de risco, e sobre por que a relação com a Dynamox vai muito além de um software: é cocriação, com suporte próximo e ajustes sob medida para a operação.
O episódio completo traz ainda a visão de João sobre o papel da inteligência artificial na manutenção preditiva e os próximos passos da Vale para a indústria 5.0.
Quer conferir a conversa na íntegra? Assista ao episódio completo do DynaTalks 3×04 e veja como a Vale transformou a gestão de alarmes em Salobo:
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